sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Atividade 4 semana


1 - Diferente de Santaella que defende a adaptação de uma cultura à outra, Santos fala de uma ruptura que houve nos processos dos termos cultura digital e cibercultura. Como ele explica tal ruptura?


2 – Quando Santos fala de atualizações ele afirma: “ Porque se você  não estiver fazendo um upgrade permanente do seu conhecimento, e das suas ferramentas, você perde o pé desse processo.” P.289 .Como nós podemos acompanhar essa evolução?

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Atividade - Aquecimento

              No artigo de Lúcia Santaella o termo mídia é tratado como sendo todos os recursos comunicativos de que dispomos. Estes, de acordo com a necessidade do comunicador faz uso do aparelho transmissor que melhor lhe atenda. Quando a cultura se transforma com o passar do tempo, os aparatos antigos vão se transformando,  devido agora a uma nova demanda. Assim vão surgindo novas tecnologias, cada vez mais avançadas para realização das nossas vontades e necessidades. Tando ela quanto Marcelo Tas, o transmissor, seja rádio, tv, papel ou computador não é tão relevante quanto o que se vai transmitir. A mensagem, o que se tem a dizer é o mais importante.  
             Marcelo Tas faz uma intrigante observação na entrevista lida quando diz que o saber usar todas essas ferramentas das quais dispomos hoje, não torna a pessoa um especialista. O primordial é ter o que mostrar, ou ensinar. Trata do discernimento, um tema não muito discutido. É preciso que se  fale mais sobre isso. Pois com tanta informação disponível, tanto entretenimento, todos ficam um pouco perdidos e veem a internet como uma distração enquanto que poderiam aprender muito. 
             Se o  professor se inteirar  transformação digital que vivemos, ele pode fazer muito pelos seus alunos. Lígia Chiappini de Moraes Leite fala de questões sérias sobre professores que se prendem nos livros didáticos somente. Para ela "o manual apazigua, através de respostas bem dosadas, a inquietação criadora que leva o homem a questionar. Ele é, portanto, a negação do que na epígrafe acima se entende por saber: algo que deve ser produzido e não algo que recebe pronto..."
             Na cibercultura temos acesso a tudo que nos interessa. Seja de fonte confiável ou não. O discernimento, essa percepção do que é bom e do que nem tanto, pode ser partilhada. Ou seja, nesse mundo virtual e tão real ao mesmo tempo encontramos pessoas que tem o mesmo afã. Assim podemos construir o nosso ambiente, onde queremos andar e crescer.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Atividade prof. Cleomar Rocha


Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano    -  artigo de  Lúcia Santaella



Lúcia Santaella no artigo citado reflete sobre como as tecnologias da informação vem ganhando espaço e cada vez mais se tornando quase que indispensáveis em nosso cotidiano. Um olhar para cerca de vinte anos atrás nos remete a um tempo onde a virtualidade estava apenas começando. Se incube da tarefa de conceituar essas transformações para que possamos entender essa complexa realidade que está sempre em evolução. Para entendermos melhor o processo divide as culturas em seis tipos de formações: Cultura oral, cultura escrita, cultura impressa, cultura de massas, cultura das mídias e cultura digital. A  transição de uma cultura a outra não é tão perceptível. Há todo um processo intermediário onde cada época exige seus meios de comunicação pelo teor da mensagem que se quer transmitir. Pois a tecnologia é criação do homem, para suas necessidades ou prazer. Sua atualização e inovação também vai sempre depender do objetivo que se queira atingir. As culturas listadas estão caracterizadas pelos meios de comunicação vigente da sua época, pelo que sua economia pode produzir.
Vivemos numa cultura virtual onde todas as formas de comunicação se faz presente. Nunca formos próximos de pessoas que vivem tão longe. Na virtualidade das redes sociais estamos sempre em contato com amigos e familiares que moram em outros países, ajudamos pessoas que foram atingidas pelo caos, estudamos, discontraímos e mudamos nossa realidade.